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quinta-feira, 4 de julho de 2013

DESACORDO ENTRE LÍDER DO GOVERNO E PRESIDENTE DA CÂMARA ADIA VOTAÇÃO DO PISO

CONACS não perdeu a oportunidade de questionar o Líder do Governo, ainda no corredor da sala da Presidência, "porque ele era contra o piso dos Agentes". Surpreso com o questionamento, Arlindo Chinaglia (PT/SP), negou veementemente ser contra o Piso dos Agentes, dizendo que, "quem decidiu não pautar hoje o PL 7495/06 foi o presidente, Deputado Henrique Alves (PMDB/RN)",



Apesar de todos os líderes partidários da Câmara terem assinado mais um requerimento de inclusão de pauta do PL 7495/06, graças a um jogo de "empurra e empurra" ente Líder do Governo e o Presidente da Câmara, a votação do Piso Salarial ficou novamente adiada.

A reunião agendada para hoje ocorreu apenas entre os parlamentares e o Presidente da Câmara, ficando os representantes da CONACS na expectativa de uma boa notícia, fato que ainda não ocorreu, já que, os Deputados saíram frustrados com o posicionamento do Líder do Governo que sozinho conseguiu barrar os inúmeros apelos dos demais líderes, favoráveis à votação imediata do Piso Salarial Nacional dos ACS e ACE.

Fato curioso é que, a presidente da CONACS não perdeu a oportunidade de questionar o Líder do Governo, ainda no corredor da sala da Presidência, "porque ele era contra o piso dos Agentes". Surpreso com o questionamento, Arlindo Chinaglia (PT/SP), negou veementemente ser contra o Piso dos Agentes, dizendo que, "quem decidiu não pautar hoje o PL 7495/06 foi o presidente, Deputado Henrique Alves (PMDB/RN)", e o que ele fez foi apenas "concordar com o presidente".

Tais declarações foram debatidas fortemente pelos representantes da categoria e parlamentares , e juntos, cobraram do Líder do Governo um posicionamento urgente, visto que, alegou não conhecer a matéria para tomar qualquer decisão.

Os encaminhamentos imediatamente foram no sentido de buscar através do relator Deputado Domingos Dutra (PT/MA), e outros parlamentares reunião no Gabinete da Liderança do Governo e apresentar as reivindicações da categoria e as negociações até agora realizadas junto ao Governo Federal.

A CONACS dessa forma, aguarda para amanhã uma nova reunião com o Presidente da Câmara e diante das declarações da assessoria da Liderança do Governo, espera-se que seja possível se definir a pauta de votação do Piso Salarial.

fonte conacs

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Vale Acordou: Manifestantes prometem acampar na ponte até amanhã às 9h. Polícia crê na liberação a qualquer momento


22:33 | Publicado por Francisco Evangelista | 

Os manifestantes do "O Vale Acordou" pretendem passar a noite toda interditando a Ponte Presidente Dutra. A ideia é só deixar a ponte por volta de 9h da manhã desta quinta-feira (4).

Um pouco mais de mil manifestantes começaram o protesto que começou simultaneamente em Petrolina e Juazeiro. Está sendo o terceiro manifesto depois da onda de protestos que se espalha pelo aís. Na primeira vez foram mais de 10 mil pessoas e na segunda 800 pessoas se reuniram para reivindicar.

A Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estão controlando o acesso à ponte garantindo a segurança dos manifestantes. Apenas ambulâncias estão sendo liberadas.

Vários manifestantes levaram comida e água. Há outros que levaram até barraca de camping. Enquanto os líderes do protesto esperam conseguir segurar um bom número de "guerreiros", já a polícia aposta que o adiantar do horário irá dispersar a maioria dos manifestantes e será possível a liberação da ponte.

A PRF desde cedo orientou motoristas de ônibus e de caminhões para evitarem passar pela ponte Presidente Dutra, escolhendo caminhos alternativos como a ponte de Ibó por exemplo. 

É um momento inédito para o Vale do São Francisco, entretanto a turma do "Vale Acordou" precisa repensar o foco da luta, precisa definir mais concretamente onde quer chegar, sob pena dos protestos ficarem fadados à mesmice, e perderem o sentido.

Não basta somente fechar a ponte é preciso ter certeza de onde quer chegar, que objetivos quer alcançar, senão a avaliação será apenas sobre a quantidade de pessoas e de gritos dados na manifestação. Ao mesmo tempo não se pode pensar apenas na ponte, há outros espaços que podem ser igualmente ocupados, como as prefeituras das duas cidades ou as câmaras de vereadores.

CONACS FALA EM MOBILIZAÇÃO DA CATEGORIA POR TODO BRASIL.





Presidente da Câmara, Deputado Henrique Alves, que se comprometeu nessa terça-feira, promover uma reunião com o Líder do Governo na Câmara de Deputados a fim de definir a data de votação do PL 7495/06.
A CONACS está em Brasília e já articulou vários parlamentares para engrossarem o apelo da categoria pela imediata votação do Piso Salarial.


Segundo Ruth Brilhante, que neste 02/07, conta com a presença de diretores e lideranças da CONACS dos Estados de Goiás, Ceará e Pernambuco, que "dependendo do rumo das reunião dessa semana a categoria será convocada para promover uma grande mobilização por todo o País."

Os representantes da CONACS estarão reunidos neste dia 01 e 02/07 em Brasília, e a espectativa é que várias deliberações deverão ser tiradas.


FONTE: CONACS.

Postado por BIO ACS às 13:59

sábado, 29 de junho de 2013

Ao invés de greve geral, centrais sindicais decidem fazer dia de protestos em 11 de julho

07:16 | Publicado por Francisco Evangelista | 

As centrais sindicais do Brasil vão promover em 11 de julho o Dia Nacional de Luta, com mobilizações, paralisações e greves. Os atos estão sendo programados separadamente pelas centrais, que devem se reunir na semana que vem para definir a agenda completa do dia.

"Não vamos falar em greve geral, mas em manifestações e atos em várias categorias por todo o Brasil", disse o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT), que participou nesta sexta-feira, 28, em São Paulo, de uma plenária com os sindicatos que integram a central para definir uma agenda prévia das ações do Dia Nacional de Lutas.


"Será um protesto pela falta de atendimento das nossas reivindicações", afirmou Paulinho. "Três anos depois de a presidente Dilma ser eleita, nada da pauta trabalhista foi cumprido", disse. "Há uma insatisfação generalizada no meio sindical", afirmou Paulinho, ressaltando que o ato terá a presença das demais centrais: CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, UGT, CGTB, CTB, CSB e NCST.

Procurada pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, a assessoria da Central Única dos Trabalhadores (CUT) esclareceu que os protestos podem se dar de várias formas: com paralisações, atraso nas entradas de turno ou assembleias durante o dia, por exemplo.

A posição é reforçada pelo presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, que ressaltou que a forma de mobilização depende da decisão de cada categoria em cada Estado. "Uma greve geral não está colocada", afirmou Gomes. "Não descartamos fazê-la, mais para frente, mas não é essa a proposta do dia 11".

Já o membro da secretaria executiva nacional da CSP Conlutas, Atnágoras Lopes, destoou um pouco do consenso das demais centrais e disse que o dia 11 será um "dia nacional de lutas e greves com empenho central de se transformar em uma greve geral".

"Lutamos pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, suspensão imediata dos leilões do petróleo, 10% do PIB para educação, 6% para saúde e 2% para transporte", afirmou Lopes. "Da nossa parte (Conlutas), também lutaremos pelo aumento geral dos salários."

Segundo a União Geral dos Trabalhadores (UGT), alguns setores podem fazer uma paralisação no dia 11, mas não há orientação de greve geral. A entidade luta pelo fim do fator previdenciário.

No encontro da Força, Paulinho afirmou que, após a plenária desta sexta-feira, representantes das centrais farão nova reunião na semana que vem para definir a agenda do Dia Nacional de Lutas.

"Vamos trabalhar com a ideia de que a categoria que puder fazer greve, que faça. A que puder protestar, seja por um ou duas horas, que vá para a rua. Sei que terá uma grande adesão", disse. Durante a plenária, foi anunciado que trabalhadores do Porto de Santos vão parar no dia 11. A Tarde

terça-feira, 25 de junho de 2013

TRABALHADORES DA SAÚDE VOLTAM ÀS RUAS EM JUAZEIRO


Definido em assembleia na última sexta-feira (21) os trabalhadores da saúde da Prefeitura de Juazeiro, sob a liderança do Sintrab (Sindicato da categoria) voltaram a realizar manifestação de paralisação nesta terça-feira (25) com concentração ao lado do Paço Municipal.

Segundo Telma Marineide, presidente da entidade sindical, além das reivindicações encaminhadas ao Poder Executivo anteriormente, os trabalhadores da saúde solicitam o cumprimento da lei 1.520 de 97 que estabelece o Plano de Cargos e Carreira do servidor.

"Estaremos na praça até que o governo se proponha a realizar as adequações da referida lei e conceda o reajuste salarial de 12% como reivindicam os trabalhadores da saúde", explicou Telma.

A dirigente sindical ainda informou que os trabalhadores estão sofrendo uma série de ameaças e pressão para evitarem a manifestação, mas a categoria se mantém unida no propósito de parar de segunda a quarta, semanalmente, até que o governo reabra as negociações.

Em seguida, o Procurador do Município, Carlos Luciano, disse ao Blog que o Município nunca se negou a negociar com o sindicato, o que aconteceu com cinco outras entidades, faltando o entendimento apenas com o Sintrab. "Esperamos e é nossa intenção conversar com o sindicato para que a população não seja ainda mais penalizada. O Sintrab sabe que o governo chegou até o seu limite na questão salarial, mas nada impede que a gente continue buscando o entendimento, enquanto se aguarda a decisão final da justiça sobre essas paradas de advertência", concluiu Carlos Luciano.

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