banner


segunda-feira, 11 de março de 2013

IF Sertão-PE divulga relação dos novos cursos do Pronatec

A coordenação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - Pronatec, do IF Sertão-PE divulgou nesta segunda-feira (11) a relação dos cursos ofertados no ano de 2013 nas modalidades Bolsa Formação Trabalhador (FIC) e Bolsa Formação Estudante (TÉCNICO) em parceria com os Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Previdência Social, Cultura e do Trabalho e Emprego. A previsão é de que as aulas tenham início nos meses de março e abril de 2013. Estão sendo disponibilizadas vagas nos cinco campi da instituição.
Confira abaixo as vagas disponibilizadas no Pronatec em cada um dos campi do IF Sertão-PE:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

MINISTRO DA SAÚDE DIZ QUE NOVO INCENTIVO DOS AGENTES DE SAÚDE SERÁ DE R$:950,00.




Cerca de 2 mil secretários municipais de saúde participam de encontro em Brasília para conhecer melhor os programas e incentivos disponíveis pelo Ministério da Saúde.Melhorar a qualidade da atenção básica, investir em infraestrutura, com construção, reforma e ampliação das unidades de saúde, e humanizar o atendimento à população. Estes são alguns dos desafios que os secretários municipais de saúde terão pelos próximos quatro anos. Cerca de 2 mil secretários, das 435 Regiões de Saúde existentes no País, estiveram presentes no encontro Acolhimento Nacional aos Secretários e Secretárias Municipais de Saúde, realizado pelo Ministério da Saúde entre quinta-feira (31) e sexta-feira (1), em Brasília. “A cada desafio, lembrem que vocês não estão sozinhos na tarefa de garantir uma saúde com qualidade aos brasileiros. Transforme sua gestão em uma marca histórica do Sistema Único de Saúde no seu município”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que fez a palestra de abertura do encontro na noite de quinta-feira.
Durante a abertura, o ministro assinou portarias que permitem disponibilizar os recursos anunciados esta semana para construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento. Uma das portarias assinadas na quinta-feira institui do componente Construção de UBS Fluviais no âmbito do Programa de Requalificação de UBS aos municípios da Amazônia Legal e Pantanal Sul Matogrossense, o que permite o repasse fundo a fundo para prover infraestrutura adequada às equipes de Atenção Básica. O valor máximo dos incentivos financeiros para o financiamento da construção de cada UBSF é de R$ 1,6 milhão, dividido em três parcelas. O total de recursos será de R$ 102,4 milhões até o final da gestão.
Uma das portarias beneficia os agentes comunitários de saúde, com a fixação do valor de R$ 950 por agente a cada mês como incentivo financeiro.
O valor praticado atualmente era de R$ 871/mês.
Foi assinada ainda a portaria que permite que todos os municípios do Brasil tenham pelo menos uma equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). A portaria cria a modalidade 3 (de uma a duas equipes), e redefine os parâmetros de vinculação das modalidades 1 (de cinco a nove equipes) e 2 (de três a quatro equipes). Esta redefinição representa um aumento do teto de implantação dos NASFs para os municípios, com ampliação dos repasses financeiros federais. O NASF é uma equipe, integrada por profissionais de diferentes áreas de conhecimento que atuam em conjunto com os profissionais das equipes de Saúde da Família (SF), compartilhando e apoiando as práticas em saúde.
O encontro ocorreu durante toda esta sexta-feira (1), com a realização de oficinas coordenadas por representantes do Ministério da Saúde. Os secretários também contaram com salas de atendimentos para tirar dúvidas dos secretários sobre as ações do ministério. Esta é a primeira vez que o Ministério da Saúde realiza, em momento de transição, um encontro com os secretários de Saúde de todo o País, com o objetivo de ouvir, alinhar e apresentar as ações de saúde existentes.
Durante uma das oficinas, o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, afirmou que “é muito importante à aproximação do Governo Federal, que tem um elenco enorme de ofertas de financiamento para investimento e custeio para todos os municípios, independente do porte. Precisamos deixar claros aos municípios que a busca de recursos deve ser na Atenção Básica e nas Redes de Atenção à Saúde, como a Rede Cegonha, o programa Viver sem Limites, e o tratamento e prevenção do câncer”.
Ainda na avaliação do secretário Helvécio Magalhães, o foco dos municípios deve ser ainda o investimento em infraestrutura e tecnologia, como a implantação do sistema informatizado E-SUS, que tem como meta estar disponível a todo o país até 2014. Trata-se de um prontuário eletrônico que está sendo disponibilizado aos estados por meio de um software. A partir deste sistema, o gestor poderá, por exemplo, ter acesso a agenda dos médicos, acompanhar a produtividade dos profissionais contratados, e, ao mesmo tempo, unificar o sistema de informação. O Ministério da Saúde já está realizando licitação para garantir o mais rápido possível a conectividade de mais de 13 mil unidades de saúde ao sistema.
Já o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, também presente no evento, destacou alguns temas que têm despertado interesse dos secretários municipais de saúde, durante o evento. Entre eles está o Programa de Melhoria da Qualidade da Atenção Básica de Saúde (Pmaq), que busca melhorar a qualidades dos serviços, organiza e estrutura o sistema de saúde na atenção básica. Há ainda o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que teve início entre os anos de 2011 e 2012, e que em sua segunda edição, agora em 2013, já conta com a adesão de mais de 2 mil municípios inscritos e cerca de 6,7 mil médicos.
“Os incentivos para reforma, ampliação e construção de unidades de saúde também têm chamado a atenção dos secretários. Há também dúvidas sobre o Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP), que cria a Região de Saúde. Em 2012, os estados redefiniram suas regiões, totalizando hoje em 435. Essa definição ajuda, por exemplo, na elaboração do plano de investimento da região”, explica o secretário Odorico Monteiro.
Por Regina Xeyla, da Agência Saúde – ASCOM/MS
Atendimento à imprensa - (61) 3315-3580/2351
Links para esta postagem Postado por BIO ACS às 21:59
Um comentário:

Começão hoje (4) inscrições para Curso Pré-vestibular no Colégio Paulo VI em Juazeiro

07:00 | Publicado por Francisco Evangelista |

Nesta segunda-feira (4), começam as inscrições do processo seletivo para o ingresso de alunos no Curso Pré-vestibular do município, promovido pela Secretaria de Educação e Esportes de Juazeiro (SEDUC).

Ao todo são oferecidas 600 vagas (300 na primeira etapa e 300 na segunda entrada) para alunos que tenham concluído ou estejam cursando o último ano do ensino médio, independente da faixa etária, da rede pública ou particular de ensino, e, neste último caso, desde que seja bolsista integralmente.


Os candidatos deverão efetuar a inscrição gratuitamente, durante o período estipulado, no horário de 19 às 21h30, no Auditório do Colégio Municipal Paulo VI, situado na Rua do Japão, s/n, bairro Maria Gorette. No ato, os interessados deverão apresentar os seguintes documentos originais: carteira de identidade; histórico escolar; comprovante de residência e, somente para alunos da rede privada, declaração da escola (contendo CNPJ da instituição de ensino, carimbo e assinatura do responsável) atestando que o mesmo é beneficiário de bolsa integral.

As vagas serão preenchidas pelos candidatos melhor classificados, em ordem decrescente e até o limite de vagas oferecidas. A seleção acontecerá de acordo o currículo escolar do aluno, levando-se em consideração a média aritmética das notas gerais obtidas, no ensino médio, em Língua Portuguesa e Matemática.

Já a matrícula deverá ser efetuada de 19 a 22 de fevereiro de 2013, também no Colégio Municipal Paulo VI, das 19 às 21h30. O candidato que não efetuar a matrícula no prazo definido no edital ou deixar de apresentar a documentação exigida será considerado desistente, sendo convocado para sua vaga o candidato subsequente pela ordem de classificação, indicado na lista de espera.

As listas com os resultados serão afixadas em mural nas dependências do Colégio Municipal Paulo VI, ficando sob responsabilidade do candidato acompanhar a divulgação dessas listas, desobrigando o município de executar outros meios de divulgação dos resultados.

O Curso Pré-Vestibular é ofertado pelo governo municipal com o objetivo de proporcionar uma educação complementar de qualidade aos alunos de baixa renda que não têm oportunidade de se preparar para o ingresso no ensino superior em instituição particular de ensino. O início das aulas para primeira etapa está previsto para o dia 04 de março. Mais informações e cronograma no edital anexo.


Clique AQUI e confira o Edital.


Por Anna Monteiro / SEDUC
Imagem: http://vestibularjuazeiro.blogspot.com.br/

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Inscrições para o Curso Pré-vestibular de Juazeiro acontecerão de 04 a 08 de fevereiro



10:00 | Publicado por Francisco Evangelista |


A Secretaria de Educação e Esportes de Juazeiro (SEDUC) informa que entre os dias 04 e 08 de fevereiro estará realizando as inscrições do processo seletivo para o ingresso de alunos no Curso Pré-vestibular do município. Serão oferecidas 600 vagas (300 na primeira etapa e 300 na segunda entrada) para alunos que tenham concluído ou estejam cursando o último ano do ensino médio, independente da faixa etária, da rede pública ou particular de ensino, e, neste último caso, desde que seja bolsista integralmente.


Os candidatos deverão efetuar a inscrição gratuitamente, durante o período estipulado, no horário de 19 às 21h30, no Auditório do Colégio Municipal Paulo VI, situado na Rua do Japão, s/n, bairro Maria Gorette. No ato, os interessados deverão apresentar os seguintes documentos originais: carteira de identidade; histórico escolar; comprovante de residência e, somente para alunos da rede privada, declaração da escola (contendo CNPJ da instituição de ensino, carimbo e assinatura do responsável) atestando que o mesmo é beneficiário de bolsa integral.

As vagas serão preenchidas pelos candidatos melhor classificados, em ordem decrescente e até o limite de vagas oferecidas. A seleção acontecerá de acordo o currículo escolar do aluno, levando-se em consideração a média aritmética das notas gerais obtidas, no ensino médio, em Língua Portuguesa e Matemática.

Já a matrícula deverá ser efetuada de 19 a 22 de fevereiro de 2013, também no Colégio Municipal Paulo VI, das 19 às 21h30. O candidato que não efetuar a matrícula no prazo definido no edital ou deixar de apresentar a documentação exigida será considerado desistente, sendo convocado para sua vaga o candidato subsequente pela ordem de classificação, indicado na lista de espera.

As listas com os resultados serão afixadas em mural nas dependências do Colégio Municipal Paulo VI, ficando sob responsabilidade do candidato acompanhar a divulgação dessas listas, desobrigando o município de executar outros meios de divulgação dos resultados.

O Curso Pré-Vestibular é ofertado pelo governo municipal com o objetivo de proporcionar uma educação complementar de qualidade aos alunos de baixa renda que não têm oportunidade de se preparar para o ingresso no ensino superior em instituição particular de ensino. O início das aulas para primeira etapa está previsto para o dia 04 de março. Mais informações e cronograma no edital anexo.


Clique AQUI e confira o Edital. 
Por Anna Monteiro / SEDUC
Imagem: http://vestibularjuazeiro.blogspot.com.br/

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Lição 3: A Longa Seca Sobre Israel


Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2013 - CPAD - Jovens e Adultos
Título: Elias e Eliseu — Um ministério de poder para toda a Igreja.
Comentarista: José Gonçalves.
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Elaboração e pesquisa para a Escola Dominical da Igreja de Cristo no Brasil, C. Grande-PB;
Postagem no Blog: Francisco A Barbosa.
Lição 3
A Longa Seca Sobre Israel
20 de janeiro de 2013
TEXTO ÁUREO
E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Cr 7.14). Deus prometeu que a nação de Israel receberia alívio das dificuldades causadas por seus pecados, contanto que os israelitas se voltassem para ele em humildade e oração. Esta promessa foi especialmente relevante para a comunidade restaurada, terminado o exílio babilônico. Deus exigia do seu povo uma atitude de contrição e de dependência dEle. [a].
VERDADE PRÁTICA
A longa seca sobre Israel teve como objetivo disciplinar e demonstrar a soberania divina sobre os homens.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Reis 18.1-8.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Explicar o porquê da longa estiagem;
  • Relatar as consequências e lições deixadas pela seca; e
  • Conscientizar-se de que Deus é soberano.
Palavra Chave
Seca: Fenômeno climático causado pela insuficiência de precipitação pluviométrica, ou chuva numa determinada região por um período de tempo muito grande. Existe uma pequena diferença entre seca e estiagem pois estiagem é o fenômeno que ocorre num intervalo de tempo ou seja a estiagem não é permanente, já a seca é permanente.
COMENTÁRIO
introdução
Em Israel, Acabe promove uma grosseira e desenfreada idolatria: adoravam-se os bezerros de ouro erigidos em Dã e Betel, em Samaria havia um templo dedicado a Baal, e por todo o reino levantaram “postes-ídolos” de Baal. Os sacerdotes de Baal passaram a dominar a vida religiosa de Israel e um dito popular tornou-se audível: “Baal vive e YAHWEH já não existe mais”. Esta era a situação de Israel naquele tempo: não apenas isso, mas isso fornece a chave para tudo o que se segue. Nesse contexto de reis ímpios e idólatras surge Elias, chamado para servir como porta-voz de Deus na ocasião em que o reino do norte havia alcançado sua mais forte posição econômica e política. Sua primeira missão foi enfrentar o rei Acabe com o aviso de uma seca iminente, lembrando que o Senhor Deus de Israel, a quem ele havia ignorado, tinha o controle da chuva na terra onde viviam (Dt 11.10-12). Tiago cita esse episódio ao falar sobre o poder da oração e diz que embora Elias tivesse um ministério especial no Antigo Testamento, ele participou da humildade em comum com todos. A sua vida de oração eficaz é um modelo para todos os crentes. Tenhamos todos uma excelente e abençoada aula!
I. O PORQUÊ DA SECA
1. Disciplinar a nação. O paganismo de Jezabel unia prostituição e homossexualismo com religião e religiosidade. Esta é uma das principais razões pelas quais Jezabel é conhecida como prostituta. E na verdade o era, entretanto, uma hieródula, ou prostituta sagrada do casal herogâmico Baal e Astarte; seu culto envolvia prostituição sagrada, falolatria, sacrifícios de crianças, ervas alucinógenas, feitiçaria entre outros desvios grosseiros (2Rs 9.22). A adoração desses ídolos envolvia os elementos mais bestiais da natureza humana. As estátuas de Baal se assemelhavam a um órgão sexual masculino, enquanto os altares de Astarote tinham a forma do órgão sexual feminino. E, segundo a tradição fenícia e canaanita, o rei e a rainha eram elementos indispensáveis nessas festividades, pois a presença deles assegurava o favor das divindades cultuadas. O redator das crônicas dos reis afirma que Jezabel incitava o rei Acabe para fazer o que era “mau aos olhos do Senhor” (1 Rs 21.25), de maneira que a Bíblia diz o seguinte de Acabe: “E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele…” (1Rs 16.30,31). Embora Acabe tenha sido um rei politicamente forte e muito poderoso, moralmente foi muito fraco e andou nos caminhos idólatras de seu pai, que foi um seguidor de Jeroboão, filho de Nebate (1 Rs 16.26) e também aderiu aos maus costumes dos cananeus, trazidos por sua esposa, Jezabel (1 Rs 16.31). É nesse contexto apóstata que Elias é levantado para dizer a Israel que YAHWEH traria a nação ao arrependimento. A oração de Elias no monte Carmelo revela que o ato humano do arrependimento não é possível sem a graça de Deus (1Rs 18.37).
2. Revelar a divindade verdadeira. A nação que Deus chamara para ser sua tinha se voltado contra Ele. Trocaram a adoração a Deus pelos ídolos de um povo que no passado tinham vencido em seu nome. Baal era o deus cananeu da tempestade e era considerado providencial por enviar chuvas e fertilidade à terra, semeando assim a vida. Os seguidores de Baal acreditavam que ele controlava o trovão, o relâmpago e a tempestade, o desafio de Elias atingiu o âmago desse poder alegado. Essa seca profetizada por Elias questionou a capacidade de Baal controlar as condições climáticas. A. W. Pink em seu livro DEUS É SOBERANO faz a seguinte pergunta: “Quem está no controle de tudo quanto se passa no mundo? Deus ou Satanás?”, e em seguida prossegue: “Muita gente pensa que Deus é somente rei no céu, porém não pensa que Ele é o criador do mundo e também não acreditam que controle todas as coisas que acontecem nele”. A bíblia afirma que Deus está em completo controle de tudo: "Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, SENHOR, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos." (1Cr 29.11). Ao afirmar que Deus é soberano, diz-se que Ele tem poder absoluto sobre tudo, que é o Supremo, o Grande Rei, que faz a sua vontade no céu e na terra, e não existe mas ninguém que possa deter a sua mão e Lhe dizer: "O que fazes?" A ausência de chuva e de orvalho será menos uma punição pela impiedade de Israel do que um sinal de YAHWEH de que é ele, e não Baal quem concede a chuva necessária à vegetação e à vida. O capítulo 18 ressaltará a onipotência e o domínio do SENHOR sobre os elementos. As profecias de Oséias afirmam a mesma verdade.
SINOPSE DO TÓPICO (I)
Havia motivos majoritários para o porquê da seca: disciplinar a nação e revelar o Deus verdadeiro.
II. OS EFEITOS DA SECA
1. Escassez e fome. A seca ameaçava o governo de Acabe, porquanto o exército dependia desses animais, por exemplo, nas forças de carros de combate. A reação de Acabe à seca foi prática, pois tentou descobrir água ao invés de procurar chegar até ao âmago da questão: quem é soberano sobre a natureza e a vida (1Rs 18.5). As descobertas arqueológicas tornaram célebres as estrebarias reais de Acabe em Hasor e Megido; como essas representavam a arma mais eficaz do reino, não parece por demais surpreendente que o rei em pessoa e o intendente do palácio cuidem pessoalmente de sua subsistência em época de crise.
2. Endurecimento ou arrependimento. Acabe via Elias como um perturbador da ordem, uma ameaça ao funcionamento normal da sociedade. Sua compreensão dos fatos era superficial. O termo hebraico traduzido como “perturbador” é “’akhar”, de difícil equivalência. Denota uma situação religiosa anormal, insustentável e originada por uma ação maléfica. Acabe responsabiliza Elias de ter mergulhado Israel em tal situação por haver ordenado a seca (17.1). Elias, por sua vez, acusa Acabe de ter provocado, por sua idolatria, a desgraça de Israel. A questão não se trata apenas de decidir entre Baal e YAHWEH, quem é o mais poderoso, mas em sentido absoluto, qual deles é Deus. É a fé monoteísta que estava em jogo. O sacrifício do Carmelo provará que YAHWEH é o único Deus, que converte a ele os corações. O Juízo divino, proferido através de Elias, mudou a atitude de Acabe. Os atos de rasgar as vestes e de usar pano de saco eram sinais de profunda lamentação e arrependimento (Gn 37.34; 2Sm 3.31; 2Rs 6.30; Lm 2.10; Jl 1.13). Essa atitude de Acabe retardou o desterro do Reino do Norte. Deus reviu a punição que tinha decretado em 1Rs 21.21-24. A penalidade não foi rescindida, mas foi adiada por uma geração, devido à misericórdia de Deus.
SINOPSE DO TÓPICO (II)
Numa esfera material a seca provocou escassez e fome. Mas, do ponto de vista espiritual, arrependimento para o povo e endurecimento para os nobres.
III. A PROVISÃO DIVINA NA SECA
1. Provisão pessoal. Embora Elias estivesse no deserto o Senhor podia prover para ele da mesma forma como fizera em favor da nação de Israel, séculos antes, durante o Êxodo do Egito (Êx 16.4-36). Ironicamente Israel estava na terra prometida, mas se esqueceu de quem a sustentava. Elias isolou-se e caminhou em direção a leste do Rio Jordão. Nesse lugar, ele foi sustentado pelas águas do ribeiro de Querite e pelo pão e carne milagrosamente fornecidos pelos corvos. É possível que esse "ribeiro" (nahal) seja o profundo vale do Rio Jarmuque, ao norte de Gileade. Quando o suprimento de água terminou por causa da seca, Elias foi divinamente instruído a ir até Sarepta, na Fenícia, onde seria sustentado por uma viúva cuja reserva de farinha e óleo havia sido milagrosamente aumentada até que a estação das chuvas fosse restaurada à terra.
2. Provisão coletiva. Depois de uma das muitas confrontações com o rei Acabe e com a rainha Jezabel, Deus instruiu Elias a ir até a terra próxima à cidade natal de Jezabel, à casa de uma viúva a quem o Senhor havia ordenado que tomasse conta do profeta. Prestes a perecer pela fome, essa mulher viu a mão do Deus de Israel agir em seu favor. Obadias (Obadiáhu), intendente do palácio, temente à YAHWEH, foi instrumento nas mãos do Senhor para prover proteção e sustento naqueles dias difíceis para os que não haviam apostatado da fé em YAH. Obadias era um exemplo dos sete mil homens fiéis a YAHWEH, de que Elias não tinha conhecimento (1Rs 19.18). Mesmo onde há rejeição, Deus reserva para si um remanescente fiel e cuida dele. (Rm 11.1-10).
SINOPSE DO TÓPICO (III)
Deus mandou provisão para os profetas em duas perspectivas: pessoal, ao profeta Elias e coletiva, aos cem outros profetas.
IV. AS LIÇÕES DEIXADAS PELA SECA
1. A majestade divina. "Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas." (Ap 4.11). Deus, quem fez todas as coisas, é absolutamente soberano. Ele faz o que Lhe apraz e efetua a Sua própria vontade. Ele fez todas as coisas para Si mesmo, e possui também o direito de fazê-lo assim, porque Ele é o Deus Todo Poderoso. Porém Deus não só fez todas as coisas pelo seu próprio poder soberano, senão que também governa tudo. Deus está controlando ainda aquelas coisas que não têm vida como o clima, o vento e o mar. Quando Deus disse "Seja feita a luz", a luz foi feita. Quando Deus disse que enviaria um dilúvio sobre o mundo antigo devido à depravação dos seus habitantes, então o dilúvio veio. Quando Deus trouxe as pragas sobre o Egito, a luz tornou-se obscuridade, as águas converteram-se em sangue e grandes pedras de saraiva caíram. Deus estava controlando todos esses eventos. Existem muitos exemplos na Bíblia de como Deus tem controlado todas aquelas coisas que não têm vida. O forno do rei Nabucodonosor foi esquentado sete vezes a mais do costume, e três dos filhos de Deus foram arrojados dentro dele, e o fogo nem sequer queimou as suas vestes, embora sim tivesse matado os homens que os lançaram no forno. Quando os discípulos iam com o Senhor Jesus Cristo numa pequena barca e a tormenta atemorizou-os, Jesus disse à tempestade: "Seja a paz", e então o vento cessou e o mar acalmou-se. Deus controla o clima, porque Ele envia o gelo, a neve e o vento. Ele envia e detém a chuva. Todas estas coisas inanimadas obedecem a voz de Deus e assim executam a Sua soberana vontade. Quando nos queixamos do clima, em verdade estamos queixando-nos da vontade de Deus! Em 1 Reis 17.2-4 lemos que Deus disse ao seu profeta Elias que fosse viver perto de um ribeiro, onde uns corvos o alimentariam. Há muitas outras histórias como estas na Bíblia, que demonstram que Deus controla todas as coisas. [b]
2. O pecado tem o seu custo. Ora, havia uma passagem específica nos livros das Escrituras daquela época que parece ter chamado a atenção de Elias: “Guardai-vos não suceda que o vosso coração se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos prostreis perante eles; que a ira do SENHOR se acenda contra vós outros, e feche ele os céus, e não haja chuva, e a terra não dê a sua messe” (Dt 11.16,17). Era exatamente esse o crime do qual Israel era agora culpado: eles tinham se desviado para adorar deuses falsos. A Bíblia ensina claramente que as ações de cada pessoa, sejam boas ou más, são controladas pelo Deus soberano. Os homens podem pensar que eles são mais fortes que Deus, rebelando-se talvez contra Ele, porém Deus ri de sua debilidade e do néscio que resultam. Ele é tão poderoso que pode destruí-los no momento em que assim o deseje. A questão do pecado se reveste de importância capital pela simples razão de que seu conceito está diluído em nossa cultura. Para modernas correntes da Psicologia, o homem não pode ser responsabilizado por seus atos por ser produto do ambiente. Então, não existe uma coisa chamada “pecado”. Diz até uma música popular brasileira: “Não existe pecado do lado de baixo do Equador”. Pecado é uma atitude diante de Deus, bem mais do que atos. É desobediência e rebelião. O pecador nunca é um coitado ou uma vítima do meio, da deseducação ou produto da falta de oportunidade, no ensino do Antigo Testamento. É alguém que é pecador porque optou pelo pecado. E o preço do pecado é a morte, eterna. Aqueles que, com seus atos, estão rebelados contra Deus, estão sob a ira e o juízo de Deus (Sl 1.5) e enfrentam destruição total (Gn 13.13; Sl 104.35; Is 1.28). Na história de Caim e Abel, o pecado aparece como um animal, pronto a atacar, espreitando “à porta” do coração de Caim, uma fera que fica de emboscada esperando uma oportunidade de atacar. (Gn 4.7).
SINOPSE DO TÓPICO (IV)
A estiagem em Israel deixou duas grandes lições: a primeira é que Deus é majestoso e soberano. A segunda, de igual forma é bem clara: que o pecado cobra a sua conta.
CONCLUSÃO
Não podemos entender a estiagem que caiu sobre Israel como castigo divino; ela foi consequência do pecado, da apostasia, do abandono do culto a YAHWEH. Toda dor e sofrimento causados pela estiagem não tiveram outra origem que não o erro de Israel, e Israel errou não porque não ouviu ou não entendeu, mas porque desobedeceu e se rebelou contra aquele que os plantou naquela terra, “terra que mana leite e mel” – mas que sem a provisão de Deus, só produzia cardos e espinhos. A seca profetizada por Elias questionou a capacidade de Baal controlar as condições climáticas. Serviu para trazer o povo à razão e ao entendimento de que a estiagem só poderia cessar com a intervenção do verdadeiro Deus, e Ele só agiria se houvesse conversão; muito embora sua misericórdia impeça a pessoa de ter o que merece (no caso, o julgamento); a graça lhe dá o que não merece – a salvação; YAHWEH traria a nação ao arrependimento. Deus preservou um pequeno remanescente como evidência de que Ele não abandonou totalmente o seu povo, sempre haverá um remanescente!
N’Ele, que me diz: "regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes" (Rm 12.12),
Campina Grande, Paraíba
Janeiro de 2013,
Francisco de Assis Barbosa
Cor mio tibi offero, Domine, prompte et sincere
Meu coração te ofereço, Senhor, pronto e sincero (Calvino)
EXERCÍCIOS
1. De acordo com a lição, como a seca contribuiu para a execução do plano de Deus?
R. Disciplinando a nação e revelando quem era a divindade verdadeira.
2. Cite duas consequências imediatas advindas com a seca.
R. Fome e escassez.
3. De que forma a provisão divina se manifestou durante a estiagem?
R. Trazendo provisão pessoal, isto é, ao profeta Elias e também de forma coletiva aos cem profetas escondidos por Obadias.
4. O que o profeta afirma relativo a tudo que ocorrera em Israel?
R. Que tudo o que estava acontecendo em Israel era resultado do pecado.
5. Quais lições se podem aprender através da seca em Israel?
R. Resposta pessoal.
NOTAS BIBLIOGRÁFICAS
OBRAS CONSULTADAS:
-. Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2013, Jovens e Adultos: Elias e Eliseu — Um ministério de poder para toda a Igreja; Comentarista: José Gonçalves; CPAD;

-. Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999;
-. A Bíblia da Mulher. São Paulo e Barueri, Mundo Cristão e Sociedade Bíblica do Brasil, 2008;
-. La Bíble – Traduction oecuménique de La Bible - TOB, © Les Éditions Du Cerf et Societé Biblique Française, Paris, 1988;
-. Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP; SBB 2001;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011;
-. HARRISON, R. K. Tempos do Antigo Testamento: Um Contexto Social, Político e Cultural. 1 ed., RJ: CPAD, 2010.
-. SOARES, E. O Ministério Profético na Bíblia: A voz de Deus na Terra. 1 ed., RJ: CPAD, 2010.
-. ZUCK, R. B. (Ed.) Teologia do Antigo Testamento.
1 ed., RJ: CPAD. 2009.
-. http://pt.scribd.com/doc/21991078/A-Vida-de-Elias-capitulos-1-a-8-A-W-Pink
TEXTOS UTILIZADOS:
[a] -.
Bíblia de Estudo Genebra. São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. Nota 2Cr 7.14, p. 506;
[b] -. A.W. Pink, DEUS É SOBERANO, p. 11;

Compartilhar

Bookmark and Share

Pesquisar este blog

gospel +

RSS atualizado do Gospel +. Powered by Notícias Gospel

Seguidores

Tradutor

Arquivo do blog

site gospel

Links Gospel

Total de visualizações de página

blog filiado

Powered By Blogger

Postagens populares

Calcule seu Peso