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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Relator do PPA discute garantias de recurso para o piso dos Agentes de Saúde.



REUNIÃO DO PLANO PURIANUAL DA UNIÃO


Senador Valter Pinheiro na ponta da mesa

Aconteceu no dia 20 de outubro de 2011, na liderança do governo no congresso, a reunião para discutir o PPA da União, o diretor da CNTSS – Confederação Nacional dos Trabalhadores da Seguridade Social, Fernando Cândido, esteve presente representando os Agentes Comunitários e de Combate as Endemias. O relator geral do PPA de 2012 a 2015, Senador Valter Pinheiro que presidiu a audiência pública no Senado que ocorreu no dia 05 de outubro de 2011, para discutir a situação da categoria convidou o diretor da CNTSS, para participar da discussão a respeito da previsão orçamentária que assegure recursos para o pagamento do piso salarial nacional da categoria. Para o Senador se não houver uma rubrica que assegure recursos, a lei não terá como ser cumprida, caso venha ser aprovada.
A reunião contou com a participação das comissões de seguridade social e família da Câmara e do Senado e de representantes do Ministério da Saúde. O objetivo da reunião foi discutir a apresentação de emendas por parte das comissões de seguridade social e família da Câmara e do senado. A reunião teve um saldo extremamente positivo, pois, todos os parlamentares presentes se colocaram a favor do piso salarial nacional para a categoria e uma nova reunião será marcada, para darmos continuidade ao debate.
Na avaliação de Mario Gurgel, consultor de orçamento do congresso, para o ano de 2012 tudo indica que não haverá necessidade de previsão orçamentária para que o piso seja garantido, caso venha ser aprovado pelo Congresso e pelo Senado, pois prevê o salário de R$ 750,00 e a partir de agosto de 2012 um salário de R$ 866,89, este valor já está previsto, neste caso, se a lei for aprovada o ônus recairá apenas para os municípios que terá que arcar com os encargos trabalhistas. Para o consultor a previsão será necessária mesmo a partir de 2013. Já na avaliação dos parlamentares será necessária sim a previsão orçamentária e a criação da rubrica no PPA – Plano Plurianual. O Plano Plurianual (PPA) - lei que prevê a arrecadação e os gastos em programas e ações, definindo objetivos e metas da ação pública para um período de quatro
FONTE: SINDACS - AL

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Fiocruz vai testar vacina contra dengue em três capitais ainda este ano

A vacina contra a dengue produzida pela Fiocruz
A vacina contra a dengue produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) estará no mercado no prazo de cinco anos, anunciou nesta quarta-feira (20) o presidente da instituição, Paulo Gadelha.

A primeira fase clínica começa ainda este ano e será realizada em três capitais brasileiras, Salvador, Fortaleza e Manaus, com uma população ainda reduzida,de cerca de 100 pessoas.
“Se tudo der certo, a expectativa é que no prazo de até cinco anos essa vacina seja aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser usada no público”, afirmou Gadelha em entrevista ao UOL Ciência e Saúde. A vacina da Fiocruz é desenvolvida em parceria com o laboratório GSK (Glaxo SmithKline).
Segundo Gadelha, o objetivo é desenvolver uma vacina que imunize contra os quatro sorotipos da doença. “Esse é o maior desafio”, ressaltou.
A produção de vacinas é uma das áreas mais bem consolidadas do SUS (Sistema Único de Saúde), relatou Gadelha. “A imunização gratuita é considerada no Brasil o maior sucesso”.
O rol de vacinas produzidas pela Fiocruz é grande, além das tradicionais como a poliomielite, difteria, coqueluche, tétano, foi também introduzida o rotavirus, meningite, influenza e peneumococos.
Assim como o desenvolvimento da vacina contra a dengue, a Fiocruz tem se lançado ao desenvolvimento de pesquisas para a ancilostomose (Amarelão), em parceria com o Instituto Sabin, em Washington, e contra a leishmaniose.
Concorrente

O laboratório Sanofi Pasteur anunciou na última terça-feira o início da segunda etapa no Brasil de uma pesquisa global para o desenvolvimento de uma vacina para os quatro tipos de dengue.
O estudo, realizado em cinco Estados (Espírito Santo, Goiás, Ceará, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte), começou em agosto. Os efeitos da vacina serão analisados em cerca de 900 crianças e jovens.
A primeira etapa, chamada estudo de segurança, analisa os efeitos colaterais da imunização e teve início em 2010 no país.
O laboratório está desenvolvendo uma vacina de três doses, com seis meses de intervalo. Ela deve ser eficaz em pelo menos 70% dos casos para ser aprovada. Segundo o diretor da pesquisa, Pedro Garbes, os resultados saem em quatro anos.
* Com informações da Folha Online
Fonte: Portal SMS

domingo, 23 de outubro de 2011

Casos de dengue serão mais graves no próximo verão


O secretário Nacional de Vigilância em Saúde participou de evento no Rio para explicar as medidas contra a provável epidemia

Cecília Ritto
O mosquito <i>Aedes aegypti </i>, que se desenvolve em água parada, é o responsável por transmitir a dengue
O mosquito Aedes aegypti , que se desenvolve em água parada, é o responsável por transmitir a dengue (AFP)
“Temos o problema de segurança nas grandes cidades. As pessoas às vezes não querem deixar o agente de endemia entrar. Como o mosquito voa até dois quilômetros, basta haver um terreno baldio acumulando lixo ou uma casa fechada para que todo o quarteirão esteja sob risco”, explica Jarbas Barbosa
O secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, afirmou nesta terça-feira que os casos dedengue grave devem aumentar no próximo verão. Quem já foi infectado por algum tipo de dengue e é contaminado por outro provavelmente terá a doença ainda mais forte. “Talvez não cheguemos a um milhão de casos de dengue, como em 2010. Mas, como o sorotipo 4 entrou no país, há probabilidade de ocorrerem casos mais graves”, afirmou o secretário durante passagem pelo Rio de Janeiro. Barbosa esteve durante a tarde desta terça-feira com secretários municipais de saúde e prefeitos fluminenses para detalhar as medidas do governo federal em relação à doença.

Segundo Barbosa, o tipo 4 se dissemina mais lentamente do que os outros três. Por isso, ainda não produziu uma epidemia “explosiva”. Essa disseminação deve acontecer no verão, quando as altas temperaturas misturadas com a chuva ajudarão as larvas a se proliferarem. Para piorar, praticamente toda a população estará suscetível ao novo vírus. Com a dificuldade dos agentes em inspecionar casas, a explosão relatada por Barbosa tem tudo para acontecer agora. 

“Temos o problema de segurança nas grandes cidades. As pessoas às vezes não querem deixar o agente de endemia entrar. Como o mosquito voa até dois quilômetros, basta haver um terreno baldio acumulando lixo ou uma casa fechada para que todo o quarteirão esteja sob risco”, explica o secretário Nacional de Vigilância. 

No Rio de Janeiro, o pedido do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, é para que os agentes trabalhem sábado e domingo com o objetivo de diminuir o número de pendências de vistorias. Como muitas pessoas não estão em casa nos dias úteis, os endereços poderão ser visitados no fim de semana. “Trabalhamos para o pior e esperamos o melhor”, diz Côrtes.

O alerta do Ministério da Saúde é para que as pessoas acreditem que haverá uma epidemia. Os anos sem surtos de dengue dão a sensação de que o perigo passou. “Na verdade, o mosquito continua ali só esperando entrar um novo sorotipo para haver nova epidemia”, diz Barbosa. 

Para minimizar os efeitos da dengue tipo 4 no Brasil, o ministério repassará mais 90 milhões aos 980 municípios com maior risco de disseminação da doença, além dos 350 milhões já investidos. A pasta gastou, este ano, 40 milhões com campanhas de alerta à dengue. 

Vacina- A vacina contra a dengue deve ficar pronta até 2015. No entanto, ela não será disponível para todos. Haverá apenas 10 milhões de doses no mundo, sendo que cada pessoa deve tomar três para garantir a imunidade. Segundo Barbosa, o caminho mais promissor é a técnica desenvolvida na Austrália, que neutraliza a ação do mosquito transmissor da dengue e será desenvolvida no Brasil pela Fiocruz. “O mosquito será infectado por uma bactéria e deixará de ser o vetor da doença", disse.

MEC nega boatos de vazamento de tema da redação do Enem

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